SABA Pressiona a África do Sul para Combater o Jogo Ilegal
Resumo
A maior associação de apostadores da África do Sul, a South African Bookmakers Association (SABA), renovou seu apelo por medidas de fiscalização mais rigorosas contra operadores offshore ilegais, argumentando que as leis existentes não acompanharam a expansão do mercado não regulado. Os comentários mais recentes da SABA surgem em meio ao debate sobre propostas de bloqueio de acesso a sites de jogos ilegais e os esforços recentes do National Gambling Board (NGB) para fortalecer a fiscalização. De acordo com dados do NGB, plataformas de jogo ilegal geraram R5 trilhões em 2025, cerca de 3,75% dos R75 trilhões gerados pelo setor regulado do país. A SABA sustenta que o crescimento de operadores não licenciados cria riscos adicionais para os consumidores, pois tais plataformas operam fora do quadro regulatório sul-africano e carecem de mecanismos de proteção ao jogador. Para abordar a lacuna de fiscalização, a SABA propôs uma estratégia nacional de seis pontos que deseja que autoridades e reguladores adotem, incluindo definições legais mais claras, poderes ampliados de bloqueio de sites, interrupção de sistemas de pagamento, ação legal contra facilitadores, fiscalização de influenciadores e promotores, e uma estrutura de fiscalização centralizada apoiada por múltiplas agências governamentais. O CEO da SABA, Sean Coleman, destacou que o quadro atual do país é ‘proibição sem fiscalização’ e pediu um modelo de fiscalização mais amplo que combine interrupção de pagamentos, restrições de publicidade, campanhas de conscientização do consumidor, investigações orientadas por inteligência e cooperação entre jurisdições. A associação também citou exemplos internacionais da Austrália e do Reino Unido para ilustrar abordagens regulatórias eficazes e pediu maior coordenação entre as nove jurisdições provinciais de jogos de azar da África do Sul.
(Fonte:World Casino News)